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Passat LSE: conforto com a boa mecânica

Revista Quatro Rodas nº 208 – Novembro de 1977
Reportagem de Claudio Carsughi
Fotos de Heitor Hui

 

Quatro Rodas nº 208 - Passat LSE

O Passat LSE, um sedã de alto luxo, tem ótima mecânica e bom acabamento geral, apesar das falhas evidentes em alguns detalhes.

O Passat LSE – Luxo Super Executivo – foi preparado pela Volkswagen com o motor da versão TS, para a faixa dos sedãs de alto luxo. O resultado foi um carro de boa mecânica, bom desempenho e bom acabamento geral que, no entanto, tem diversas falhas em detalhes. São defeitos que demonstram certo descuido e devem ser corrigidos para que o carro se torne mais equilibrado.

Para criar esse modelo, os engenheiros da Volkswagen utilizaram um sedã LS de quatro portas, dando-lhe melhor acabamento interno e colocando na sua frente a grade do TS, com os quatro faróis. Como, por exemplo, ocorre com os veículos exportados para alguns países africanos, cujos revendedores exigiram essa modificação no Passat. Depois resolveram também utilizar o motor do TS, para conferir um melhor desempenho ao veículo e, ao mesmo tempo, dar certa reserva de potência, que permitisse acionar determinados acessórios, como o ar-condicionado. O resultado foi o Passat Executivo, definido pela sigla LSE, lançado agora no mercado para enfrentar o julgamento de uma categoria de compradores normalmente muito exigente.

 

Detalhes de luxo

Externamente o Passat LSE apresenta a mesma frente do Passat TS (no Brasil construído apenas na versão de duas portas) com a grade incluindo quatro faróis, o que, além de proporcionar melhor iluminação, confere melhor aspecto ao veículo. Essa grade preta de plástico moldado com um friso cromado em volta, tem ao centro o logotipo VW. Os pára-choques têm embutidos nas extremidades os sinalizadores de direção e, entre eles, uma lâmina de borracha para proteger o veículo no caso de pequenos choques.

Nas laterais observa-se apenas a colocação de um friso cromado, abaixo das portas, e na traseira o logotipo Passat LSE, na parte inferior da tampa traseira do lado esquerdo. As rodas têm tala aumentada, em relação ao Passat normal, de 4,5 para 5 polegadas, e os pneus radiais também são mais largos, da série 70, como na versão TS.

Internamente foi dada atenção especial ao banco traseiro, que recebeu dois apoios de cabeça (o que indica claramente que, embora podendo transportar três pessoas, prevê-se seu uso normal apenas para duas) e um descansa-braço, de formato retangular, situado na parte central do encosto Esse descansa-braço, naturalmente, é escamoteável, para permitir se necessário a acomodação de três passageiros no banco traseiro. Se os passageiros desse banco precisarem ler à noite, têm o conforto de duas lanternas para leitura, com luz direcional, acionadas por meio de um botão instalado no próprio suporte.

Banco traseiro e emblema do Passat LSE
O Passat LSE possui encostos de cabeça no banco traseiro (esq.) e logotipo identificando a versão (dir.).

Os bancos dianteiros com apoio de cabeça são, pelo contrário, opcionais (bem como o ar condicionado e a pintura metálica) e, embora segurem bem o corpo, fazem lamentar a falta de um processo de inclinação contínua, como o que existe atualmente em vários automóveis nacionais. São encostos reclináveis, mas sua inclinação deve forçosamente obedecer aos degraus existentes na catraca, o que muitas vezes dificulta a obtenção da posição ideal, tanto para o motorista como para o seu acompanhante.

Como outros acessórios, incluídos porém no preço normal do Passat LSE, merecem destaque os vidros atérmicos esverdeados e o vidro traseiro com resistência embutida. Os vidros atérmicos permitem manter no interior do carro temperatura um pouco menor, por diminuírem a intensidade dos raios solares (constituem normalmente equipamento obrigatório quando se instala ar condicionado). E a resistência embutida desembaça mais facilmente o vidro traseiro. A isto se soma ainda o ar quente, também muito útil no desembaçamento em caso de chuva, além de tornar mais agradável a utilização do veículo no inverno.

Passat LSE 1978 - Luz de leitura
As luzes de leitura para os passageiros do banco traseiro são um item de luxo do Passat LSE.

 

O painel

O painel do Passat LSE é idêntico ao utilizado na versão TS do Passat: entre os dois instrumentos circulares de grande diâmetro à frente do motorista – o da direita com indicador do nível de gasolina, de temperatura da água e várias luzes-espia, e o da esquerda com velocímetro e hodômetro total e parcial – situa-se um conta-giros, que vai até 8000 rpm e apresenta, a partir de 6700 rpm, uma faixa vermelha contínua. Isso indica o regime de rotação a não ser superado, e o quanto é eventualmente ultrapassado em casos de emergência. Abaixo do conta-giros situa-se o esquema de engate de marchas, com traços brancos destacados sobre fundo preto.

Numa faixa revestida de plástico que imita madeira (inadmissível em num veículo de alto luxo), situada mais abaixo, ficam as entradas de ar, orientáveis, algumas teclas de acionamento (luzes dos faróis, acionamento do vidro térmico, luz do painel, etc.), o botão do ar quente, os cursores horizontais para direcionar os fluxos de ar quente e frio, o acendedor de cigarros e o rádio, com FM estéreo, que é deslocado para o console quando é instalado o ar condicionado, opcional.

No console do Passat LSE estão colocados mais três instrumentos: relógio elétrico de quartzo, com ponteiro de segundos, voltímetro e manômetro de óleo. Acima deles ficam o cinzeiro e o botão que regula a intensidade de iluminação dos três mostradores. Tudo muito prático e ao alcance das mãos, menos o rádio que, em sua colocação usual no painel (como em todos os modelos de Passat desprovidos de ar condicionado) não pode ser alcançado com o cinto atado.

O volante tem novo desenho, comum a toda linha Passat 78, com a placa da buzina reestilizada, apresentando o logotipo Passat no lado direito e zonas ranhuradas, em relevo, nas extremidades, indicativas do acionamento da buzina, semelhante à da linha Audi na Alemanha. Abaixo dele, junto à coluna de direção, as duas alavancas de comando das luzes e pisca-pisca (na esquerda) e limpadores de pára-brisa (na direita).

O acabamento interno é unicromático, preto ou castor, e a pintura externa oferece a opção de oito cores, das quais três (um castanho e duas tonalidades de verde) metálicas.

 

A mecânica

O motor utilizado é o mais possante da linha Passat, isto é, o 1588 cm³ que equipava até aqui apenas a versão TS. Este motor, que desenvolve a potência de 96 CV SAE (correspondentes a 80 CV DIN) a 6100 rpm tem taxa de compressão de 7,5:1, permitindo a utilização de gasolina comum, sem maiores problemas.

O aumento da potência foi obtido não apenas pelo aumento da cilindrada, que passa de 1471 cm³ das versões normais a 1588 cm³, mas pela melhor alimentação propiciada pelo carburador de corpo duplo (32/35), no lugar do de corpo simples. Isso provocou, além do aumento da potência, também um aumento do torque, que passou de 11,5 mkgf SAE para 13,2 mkgf SAE, conservando, e até mesmo aumentando, a elasticidade do motor normal.

Por outro lado, o Passat LSE apresenta novas relações de câmbio, já comuns a toda a linha Passat, seja qual for o modelo, e que constituem o resultado de longos testes e experiências realizadas desde o início do ano. Essas relações, que mantiveram inalteradas a primeira e a segunda marchas, apresentam terceira (agora 1,29:1 contra 1,37:1) e quarta (agora 0,91:1 contra as anteriores 0,97:1 dos Passat normais e 0,94:1 do TS) mais longas, contribuindo para aumentar a economia de combustível.

As novas relações foram incluídas na produção desde os chassis de números BU006065 e BT117119 sem publicidade. Baseando-nos neste teste, e no comparativo entre Passat, Polara e Corcel II, as modificações foram positivas.

 

Os defeitos

Apresentado como o carro mais luxuoso da produção Volkswagen, o Passat LSE apresenta alguns defeitos facilmente corrigíveis e, por isso mesmo, absolutamente inadmissíveis num carro que pretende atingir um público exigente.

O carpete é solto, e os tapetes acabam dobrando-se logo e estragando-se depressa. Para dar passagem à alavanca do freio de mão foi simplesmente feito um corte no carpete, sem qualquer arremate. A faixa de plástico imitando madeira no painel não é perfeitamente horizontal. São pequenos detalhes que o comprador pode facilmente perceber.

Mais grave é o acabamento deficiente de pontos que dificilmente são observados na compra de um carro, pela maioria das pessoas. No porta-malas, por exemplo, existe um simples tapete de borracha, fino e solto, que naturalmente deve durar pouco. E se o comprador se der ao trabalho de retirá-lo, ficará ainda mais surpreso com alguns detalhes: o estepe não tem gancho de fixação, ficando solto na cavidade que lhe é destinada, mantido sobre pressão por três cunhas de borracha.

Mas no centro da cavidade ainda existe o furo onde devia estar o gancho de fixação, e que agora serve apenas para deixar entrar água e poeira no porta-malas (duas finalidades certamente não previstas no projeto original do veículo). Também há quatro furos no assoalho do porta-malas, provavelmente para eventual escoamento de água, fechados apenas com um pedaço de fita isolante preta: nem ao menos foram utilizados tampões de borracha, tanto na chapa inferior quanto na superior.

Resultado: em qualquer lavagem mais cuidadosa, com jato de água forte, o porta-malas do Passat LSE ficará inundado, abrindo caminho à ferrugem.

Porta-malas do Passat LSE
O porta-malas do Passat LSE não possui um acabamento a altura do modelo.

Da mesma forma, é inaceitável o acabamento das laterais do porta-malas: chapa à vista, como num utilitário. E o alto-falante traseiro, de qualidade  medíocre, encontra-se completamente desprotegido, podendo ser danificado por qualquer objeto pontiagudo colocado no porta-malas. Finalmente, o estojo de ferramentas apresenta uma chave tubular e uma fixa, sem ao menos uma chave de fenda.

 

Como anda

O Passat LSE é um carro agradável, com razoável velocidade máxima (alcançou 156,352 km/h), aceleração condizente (fez 0 a 100 km/h em 14,45 segundos) e uma boa retomada (foi de 40 a 120 km/h em 31,27 segundos), sem qualquer falha de carburação.

Quanto ao consumo, obteve o índice geral de 12,09 km/l, que consideramos bom, face ao tamanho do veículo, podendo fazer na estrada, por volta de 80 km/h, algo mais de 12 km/litro. E quem estiver disposto a não passar dos 75 km/h pode contar com 13 km/l ao passo que, andando sem muita preocupação com o velocímetro e esticando um pouco as marchas, fica-se entre 10 e 11 km/litro.

Conclusão

Sem gastar quase nada, utilizando apenas componentes de produção normal a Volkswagen conseguiu apresentar um sedã executivo que lhe permite lutar por uma faixa de mercado até então inexplorada por ela. Este carro tem muitos pontos positivos, a começar pelo ótimo motor e pelo câmbio agora sem mais nenhum dos problemas iniciais, mas tem um acabamento que, em pequenos detalhes, desmerece sua imagem de versão “Executiva”. Quem estiver acostumado a veículos importados, ou mesmo aos nossos carros de luxo, não vai aceitar suas imperfeições, levando-se também em conta seu preço, na versão normal sem opcionais, de Cr$108.527,00.

  

Resultados – Passat LSE
Item Avaliação Ruim Regular Bom Ótimo
    1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3
Desempenho Utilizando o mesmo motor do Passat TS numa carroceria um pouco mais pesada por estar equipada com mais acessórios, o desempenho do Passat LSE continua sendo bom. A velocidade máxima alcançada foi de 156,352 km/h, marca perfeitamente lógica.                      
Consumo Seu índice geral (calculado pelo Sistema Quatro Rodas) foi de 12,09 km/l. À velocidade constante de 80 km/h, num trecho perfeitamente plano, obteve a marca de 12,49 km/l. Em estrada, andando no fluxo normal, o consumo do Passat LSE oscilou entre 11,5 e 12,30 km/l.                      
Motor Projeto moderno e portanto de bom rendimento, mesmo utilizando gasolina de baixa octanagem que, por sinal, não provoca pré-ignição, mesmo nas severas condições do teste. Para aumentar a potência, só elevando a taxa de compressão e utilizando gasolina azul.                      
Transmissão e câmbio Como aconteceu em todos os testes anteriores, a transmissão, mesmo submetida a duros esforços, não apresentou problema. Quanto ao câmbio, revelou ter finalmente solucionado os problemas de engates, que agora são precisos sem serem muito duros.                      
Freios O sistema de circuitos diagonais permite manter a trajetória, mesmo em caso de freadas repentinas. E não há necessidade de esforço no pedal, por causa do servofreio. Funcionaram sempre bem, parando o carro em espaços seguros. Acionamento do freio de mão sem problemas.                      
Direção Como em todos os outros modelos da linha Passat, a direção é leve e precisa, permitindo manter o carro na curva como o motorista desejar. Mas seu volante, de diâmetro excessivo, frequentemente chega a roçar nas pernas, podendo ser substituído com vantagem por um menor.                      
Estabilidade Este sempre foi um dos pontos altos do Passat: continua, neste modelo, não provocando qualquer problema nas velocidades normalmente utilizadas pelos usuários. Os pneus radiais com que o carro vem equipado naturalmente contribuem bastante para esse bom nível.                      
Suspensão O trabalho efetuado pelo Departamento de Engenharia da Volks já chegou a apresentar resultados perceptíveis, e o carro assinala sensível melhoria com relação às primeiras séries. Mas em pisos de paralelepípedos ainda surgem desagradáveis vibrações e barulhos.                      
Estilo O estilo de Giorgio Giugiaro, de tanto ser repetido pelos fabricantes do mundo todo, acabou se tornando banal. De qualquer forma o resultado ainda é muito bom. Os quatro faróis completam agradavelmente a frente do Passat LSE, e as quatro portas equilibram bem o carro.                      
Acabamento A primeira impressão é positiva face a numerosos detalhes, como os encostos de cabeça no banco traseiro e o ar condicionado no painel (opcional). Mas vários pontos revelam mão de obra apressada, especialmente em lugares onde dificilmente o comprador costuma olhar.                      
Conforto O espaço disponível é o mesmo dos outros sedãs de quatro portas da linha: o Passat LSE foi projetado para quatro pessoas. Os encostos dos bancos dianteiros deveriam ter regulagem de inclinação contínua, e o extintor de incêndio, junto à perna esquerda, pode atrapalhar.                      
Nível de ruído Em condições ideais (piso perfeitamente liso) percebe-se apenas a subida de giros do motor. Em terreno normal, o bom isolamento acústico do Passat LSE neutraliza parte dos barulhos que surgem e que tem origem na suspensão e ressonância nas muitas partes de plástico.                      
Posição do motorista Os comandos (fora o rádio) do Passat LSE estão em boa posição, fáceis de alcançar, mesmo com o cinto de segurança colocado. Mas seriam desejáveis um volante de menor diâmetro, que facilitaria dirigir em estradas sinuosas, e encostos reguláveis por processo contínuo.                      
Instrumentos Os mostradores colocados no console estão mal posicionados e são difíceis de ler, inclusive o conta-giros, de diâmetro excessivamente reduzido. O conjunto do Passat LSE requer uma reformulação total de acordo com a importância de cada um dos instrumentos.                      
Porta-malas Tem razoável capacidade de carga (246 litros) mas se for preciso utilizar o estepe, colocado horizontalmente no piso, haverá necessidade de retirar antes toda a bagagem. Seu acabamento é pobre, levando-se em conta tratar-se da versão mais luxuosa de toda a linha Passat.                      

  

Velocidade máxima
Média de 4 passagens 156,352 km/h
Melhor passagem 159,293 km/h
Velocidade máxima nas marchas
1ª marcha 53 km/h
2ª marcha 93 km/h
3ª marcha 135 km/h
4ª marcha 159 km/h

 

Aceleração
Variação Tempo Marchas usadas
0 – 40 km/h 3,22 s
0 – 60 km/h 5,97 s 1ª/2ª
0 – 80 km/h 9,37 s 1ª/2ª
0 – 100 km/h 14,45 s 1ª/2ª/3ª
0 – 120 km/h 21,62 s 1ª/2ª/3ª
0 – 140 km/h 37,52 s 1ª/2ª/3ª/4ª
0 – 500 m 22,17 s 1ª/2ª/3ª
0 – 1000 m 35,95 s 1ª/2ª/3ª/4ª
Retomada
Variação Tempo Marcha usada
40 – 60 km/h 7,82 s
40 – 80 km/h 14,95 s
40 – 100 km/h 21,82 s
40 – 120 km/h 31,27 s
40 – 140 km/h 47,00 s
40 km/h – 1000 m 39,30 s

 

Aferição do velocímetro
Velocidade indicada Velocidade real Erro percentual
40 32,727 22,2
60 53,176 12,83
80 72,874 9,78
100 93,023 7,50
120 111,455 7,67
140 130,435 7,33

  

Espaços de frenagem
Velocidade Distância
40 km/h 5,82 m
60 km/h 16,37 m
80 km/h 29,22 m
100 km/h 47,82 m
120 km/h 70,45 m
60 km/h (freio de mão) 42,25 m

   

Consumo a velocidades constantes
Velocidade real Consumo Marcha usada
40 17,82
60 14,74
80 12,59
100 11,25
120 9,93
40 13,17

 

Consumo médio
Faixa de consumo em teste e estrada 8,25 a 12,38 km/l
Faixa de consumo a velocidades constantes 9,93 a 17,82 km/l
Média (Sistema Quatro Rodas) 12,09 km/l

 

Ficha técnica – Passat LSE 1978
Motor – De quatro cilindros em linha, dianteiro, quatro tempos, diâmetro e curso dos cilindros: 79,5 x 80,0 mm; cilindrada total: 1.588 cm³; taxa de compressão: 7,5:1; comando de válvulas no cabeçote; válvulas de admissão e escapamento no cabeçote; potência máxima de 96 CV SAE a 6100 rpm; torque máximo de 13,2 mkgf SAE a 3600 rpm; alimentação por carburador de corpo duplo de fluxo descendente; gasolina indicada: comum.
Transmissão – Embreagem monodisco a seco de acionamento mecânico; caixa de câmbio de quatro marchas sincronizadas à frente e uma à ré, com alavanca de câmbio no assoalho. Relação de marchas: 1ª) 3,45:1; 2ª) 1,95:1; 3ª) 1,29:1; 4ª) 0,91:1; ré) 3,17:1; relação de diferencial, 4,11:1; tração dianteira.
Carroceria – Carroceria de chapa de aço estampado, tipo sedã, quatro portas e cinco lugares; estrutura monobloco.
Suspensão dianteira – Independente, McPherson, com braços inferiores triangulares, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos telescópicos e barra estabilizadora.
Suspensão traseira – Eixo rígido, com braços tensores longitudinais, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos telescópicos e barra estabilizadora diagonal.
Freios – A disco nas rodas dianteiras e a tambor nas traseiras, de acionamento hidráulico com servofreio; freio de estacionamento mecânico atuando nas rodas traseiras.
Direção – Mecânica, do tipo pinhão e cremalheira
Rodas e pneus – Rodas de aço estampado com aro 13 polegadas e tala 5 polegadas; pneus 175/70 SR 13 radiais.
Dimensões externas – Comprimento, 418,0 cm; largura, 160,0 cm; altura, 135,5 cm; distância entre eixos, 247,0 cm; altura livre do solo, 13,0 cm; bitola dianteira, 134,0 cm; bitola traseira, 133,5 cm.
Peso – 928 kg (aferido)
Preço do carro testado – Cr$ 108.527,00

  

One comment

  1. Pena ser tão difícil ver um . Pelo menos uma matéria reaviva a memória.

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